Archive for the daze off Category

Morri de rir…………………..

Posted in casos e acasos, daze off on February 12, 2009 by liliaimée

Muito bom. 

Novo canalzinho…

Posted in daze off on September 22, 2008 by liliaimée

Aproveitando o lançamento da nova categoria Daze Off, colocamos a sua disposição a página Com Que Roupa??? Você pode acessar-la clicando no menu ao lado e lá embaixo o link referente a ela e para cada viagem que eu postar no Daze Off postarei um Com Que Roupa??? diferente. Espero que este novo canal do OMEUGOSTOÉBOM seja helpful e que as dicas de arrumação de mala e composição das roupas as ajude em suas próximas viagenszinhas… 

 

NY – I’ll be right back…

Posted in daze off on September 21, 2008 by liliaimée

Ok, ok, quem acompanha a nossa coluna mensal na revista eletrônica http://www.vsvmagazine.com.br já já irá perceber que eu não ando tão criativa nos meus textos sobre as minhas viagens. Mas como aqui dá para falar mais, e lá dá para postar fotos maiores, prefiro escrever nos dois e assim faço vocês quererem entrar nos dois também. Or so I hope… Então que fomos passar uma semaninha na big apple. Eu tinha dois compromissos de trabalho e emendei os 5 dias restantes, e a minha cara metade deu um jeito de me encontrar para o final de semana. 

Desta vez decidi me hospedar em downtown, já que era lá que eu passava most of my days and nights quando eu ficava em uptown. Era a semana de moda, todos os hotéis bacanas estavam lotados, mas não sei como consegui um quarto no charmoso e muitíssimo bem localizado 60 Thompson, que como diz o nome fica na Thompson st. entre a Spring e a Broome. 

Nos dois primeiros dias, me concentrei mais na minha agenda de trabalho, a razão destas “férias forçadas”, e acompanhada de minha irmã Isabella que lá estava pelos mesmos motivos, me dividi entre a inauguração de uma expo sobre os 50 anos da Bossa Nova na ONU, patrocinada pelo Jornal do Brasil, e uma reunião no New York Times para discutir novas parcerias e novos projetinhos, que mais para frente explicarei melhor.

Por enquanto, vou só comentar da beleza e da imponência da nova sede do NYT. Maravilhoso projeto do arquiteto bambambam Renzo Piano, eco-friendly, moderno e bonito, tudo ao mesmo tempo, antecipando esta futura tendência imobiliária, de prédios e casas ecológicamente corretos. Deu vontade de trabalhar lá… Aliás deu vontade de morar lá. Em Manhattan, não específicamente no prédio do NYT.

Levei do Brasil uma listinha de restaurantes novos e outros nem tanto que eu queria visitar e voltar, e como boa jornalista-turista-que-se-sente-em-casa-na-cidade, pude comprovar e atestar que os antiguinhos e gostosinhos de sempre Balthazar, Pastis, Cipriani Downtown, Da Silvano e Bar Pitti continuam bombados, os nem tão novos, mas nem tão velhos Waverly Inn, Buddakan, e Bagatelle, recheados de famosos como o estilista brazuca da CK, Francisco Costa, a lourinha Heather Graham, a top namorada do Leo Di Caprio, Bar Raffelli e a particinha Ivanka Trump, e gostei muito de conhecer o David Burke & Donatella na 60st entre Park e Madison, que segue o estilo Bergdorf Blondes almoçam, o Craft do chef estrelado Tom Colicchio, que segue a onda comfort food na casa da mamãe e o escondidinho e free-of-tourists, Freemans, um agradável segredo dos insiders e de quem sabe da coisa.

DICA GASTRONÔMICA: Não deixem para guardar um pouco de fome e gula – neste caso muito necessário – para as sobremesas do restaurante David Burke & Donatella. Peçam, sem receio, a CHESSECAKE LOLLIPOP TREE com BUBBLEGUM whipped cream, ou para quem ainda não entendeu, árvore de pirulitos de cheesecake com creme de chiclete. Além de ser linda, linda, é uma delícia. Diferente de tudo o que você já comeu… Ah, esse querido ao lado, flagrado num momento de devoração total, é o meu cunhado Cris que acompanhou a minha irmã e testemunhou e participou do nosso ataque as sobremesas!

Para dançar, paquerar, ver e ser visto, os clubs e lounges da hora são o Bijoux do brasileiro Roger Rodrigues, o 1OAK, que vai abrir as portas, junto com o Butter em SP, e o Beatrice Inn, mas este mais voltado para o público muderno/antenado/model/rocker e ou celebridade. E o Rose Bar que continua difícil de entrar e cobiçado pela galera que circula entre Wall Street, Park Avenue e Spring Street.

Amei conhecer o New Museum, mas confesso que esperava mais. E sinto dizer que se não fosse pela busca daquele feeling de Uptown, pelo Central Park, e pelos museus MOMA, Metropolitan, Whitney e Guggenheim, não senti muita necessidade de sair da vizinhança do meu hotel. Ou seja do Soho, do Meatpacking district e do Village… Ah, NY foi invadida pela febre das havaianas. Como a temperatura estava super agradável, os americanos aproveitaram para se jogar na flip flop brazuca. Outra mania verde amarela que eles encasquetaram é a Bossa Nova. Ouve-se nos restaurantes, nas lojas, nos elevadores, no lobby do hotel… Víciou…

Mais: A maioria dos nova iorquinos vão votar, ou dizem que vão, no Obama. Flagramos vários fazendo campanha para o candidato e a cena mais fofa, foi uma família “uptownish” montando uma barraquinha de cookies e cupcakes em frente ao Da Silvano e ao Bar Pitti, para conseguir uns trocadinhos para o senador. Com direito as crianças fofoletes segurando plaquinha e tudo. É claro que eu comprei, né!

OBS: falando em cupcakes, a Magnolia Bakery continua com muita fila e muita gostosura. Deve ter sido isso a causa dos quilinhos a mais… Bem adquiridos!

Já ia me esquecendo de dizer que nem tudo são ossos do ofício. Há boa mamata nesta história também. Exemplo disso é que a fofa que vos escreve não precisou pagar um cent para entrar nos museus, era só apresentar a carteirinha de internacional press, que voilà, as portas se abriam. Já o meu companheiro amado, infelizmente não teve a mesma sorte, e nem como fotógrafo deste blog ele conseguiu passar…

E a crise? Bom, eu não sou a pessoa mais recomendada para falar deste assunto… Quem sabe em breve não teremos um comentarista de economia dando pinta por aqui… And, that’s all folks! Até a próxima.

Atacama – nice to meet you!

Posted in daze off on September 21, 2008 by liliaimée

Inaugurando em alto estilo a nossa nova categoria daze off, sobre viagens e fugidinhas nada básicas, um pouquinho do deserto do Atacama para vocês, que tivemos o prazer de conhecer em abril passado.

    Era o meu aniversário e fomos parar lá por conta das recomendações de uma astróloga amiga. O Deserto do Atacama está localizado na região norte do Chile e com cerca de 200 km de extensão, é considerado o deserto mais alto e mais árido do mundo.

   As temperaturas variam entre 0ºC à noite e 40ºC durante o dia, o que pede uma mala diversificada que não pode deixar de ter roupas de banho para uma sauninha esperta e muitas roupas de frio para a noite e para os passeios mais radicais. Por estar a 2 400 metros de altitude também recomendamos uma certa cautela com o álcool nos primeiros dias e um saco de folhas de coca – a venda em qualquer mercadinho local – na mochila para diminuir a sensação de altitude. 

Optamos pela escolha segura e nos hospedamos no Explora Hotel de Larache. Éramos o casal mais jovem do lugar, mas nem por isso considerem esse um hotel para velhinhos e afins. Quem se hospeda lá está a procura de aventura, conforto e boa gastronomia e sabe que lá encontrará todos esses ingredientes na dose que desejar. Pode-se dizer que a rede de hotéis Explora, com filiais na Patagonia e na Ilha de Páscoa, é quase que um Club Med chique e exclusivo. Tem programas com hora para acordar, tem lachinhos prontos que os guias nos servem, – os guias, um cápitulo a parte, são uma éspecie de G.Os – tem todo o tipo de excursão e também há confraternização durante as refeições.

Mas é claro que tudo isso é opcional, e quem quiser passar o dia bebericando vinho chileno na beira da piscina com vista para o volcão Licancabur e sem falar com viva alma, embebecido num silêncio impressionante, será gentilmente deixado em paz. 

Os quatro dias que passamos fazendo caminhadas surreais como a do Vale de La Luna, boiando na Lagoa Cejas, que de tão salgada possui um efeito gravitacional nos impossibilitam de afundar, ou madrugando para ver o fenomêno dos Geisers del Tatio foram inesquecíveis e a recepcão calorosa de nossos hermanos surpreendeu. 

 


 

 

 

 

 

 

Para fechar o programa com chave de cobre ( metal abundante na região), não deixem de fazer o tour de astronomia e chorar, literalmente, com as visões de Saturno e da Lua. Também não deixem de passar no vilarejo de San Pedro de Aldeia para comer uma típica empanada de Lhama e confraternizar com todos os mochileiros e locais que pairam nos bares e lojinhas da cidade. Sem dúvida uma viagem para todos os gostos e bolsos.